Prefeitura de Jundiaí entrega primeiro Jardim Sensorial voltado às famílias atípicas
Publicada em 29/01/2026 às 10:00A Prefeitura de Jundiaí, por meio do Fundo Social de Solidariedade, em parceria com a empresa Rinem, entregou o primeiro Jardim Sensorial, localizado no Parque do Cerrado, no Residencial Jundiaí, um espaço planejado para acolher e oferecer estímulos às famílias atípicas de Jundiaí.

Jardim Sensorial do Parque do Cerrado foi projetado para acolher crianças e famílias neurodivergentes
A iniciativa integra o plano de políticas públicas voltado à construção de uma cidade cada vez mais acessível e inclusiva e foi abraçada pela iniciativa privada que viabilizou o projeto junto da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos.
“O Jardim Sensorial do Parque do Cerrado nasce de uma escuta do Clube de Mães Atípicas do Fundo Social, que trouxe a necessidade de a cidade contar com espaços descentralizados e mais preparados para acolher crianças e famílias neurodivergentes. A iniciativa reforça o nosso compromisso em ouvir, acolher e dar visibilidade às demandas desse público, abrindo caminhos para o diálogo e para a construção de uma Jundiaí mais inclusiva”, afirma a presidente do Fundo Social, Ellen Camila Martinelli.
De acordo com o prefeito Gustavo Martinelli, a entrega do Jardim Sensorial representa mais um passo dentro de um conjunto amplo de ações voltadas às famílias atípicas no município. “Este jardim é uma das muitas iniciativas que estamos desenvolvendo para a cidade. Em breve vamos inaugurar o Espaço Girassóis, um parque sensorial voltado à inclusão e à integração infantil, no Mundo das Crianças, sendo o maior ambiente sensorial da América Latina, bem como um Centro Integrado de atendimento às famílias atípicas. Tudo isso faz parte de um planejamento sério, construído com diálogo e sensibilidade, para tornar nossa cidade cada vez mais inclusiva”, destacou.
Um espaço feito para o bem-estar e a inclusão
O Jardim Sensorial é um espaço desenvolvido para promover experiências que estimulem os sentidos, despertando percepções por meio do tato, olfato, visão e audição, contribuindo para o bem-estar, a inclusão e o desenvolvimento sensorial de todas as idades. Por isso, cada elemento é pensado para provocar sensações específicas, como a calçada sensorial que traz diferentes texturas, permitindo um caminhar com experiência tátil, enquanto a floreira sensorial reúne plantas com aromas, cores e superfícies variadas, estimulando o tato e o olfato.
“É uma grande satisfação para a Rinem participar deste projeto, porque entendemos a importância de ter espaços públicos voltados para as famílias atípicas como uma forma de acolher e proporcionar bem-estar para quem faz uso desses locais e, com isso, a nossa cidade se torna ainda mais inclusiva”, afirma o presidente Valter Silva.
Para o coordenador da Defesa Civil, Coronel Gimenez, que atuou como elo entre a demanda do Clube de Mães Atípicas e a empresa Rinem, a inclusão precisa, também, acontecer de forma descentralizada. Segundo ele, levar iniciativas para diferentes regiões da cidade é essencial para garantir que mais pessoas tenham acesso às ações e serviços. “Quando pensamos em inclusão, precisamos considerar que muitas pessoas não têm condições de se deslocar até as áreas mais centrais. Por isso, é fundamental que esses espaços e iniciativas estejam distribuídos pela cidade, aproximando os serviços de quem realmente precisa.”



Assessoria de Imprensa
Foto: Fotógrafo PMJ
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