Idosos celebram 8 anos de CRIJU com novidades
Publicada em 05/03/2016 às 17:42Um baile tradicional das tardes de sábado, em que Toninho e sua Banda abriram espaço para atrações como o maracatu, marcou, neste sábado (5), a passagem dos oito anos de atividade do Centro de Convivência do Idoso de Jundiaí (o CRIJU), que também trouxe promessa de novidades. O local, instalado no Complexo Argos, recebe em média 700 moradores acima de 60 anos de idade por semana e faz parte de uma ampla e pioneira rede voltada para esse segmento crescente da população.
“Como ocorre em todo o país, também em Jundiaí há uma mudança demográfica de aumento de idade média da população que repercute na cidade. Mas estamos trabalhando nisso há um tempo A comunidade é bem atenta”, afirma o secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, Rodrigo Mendes Pereira.
Além de ter criado um departamento voltado para a reflexão do tema (a Coordenadoria do Idoso, ligada ao Gabinete do Prefeito), a cidade faz na próxima semana uma avaliação sobre as propostas do Programa São Paulo Amigo do Idoso. De acordo com o diretor da Semads, Denilson Ricardo André, e a coordenadora do Criju, Eliana Mauro, setores governamentais e da comunidade fazem nos dias 10 e 11 de março uma análise comparativa do programa e da cidade.
A iniciativa deve mostrar que Jundiaí, desde as primeiras mobilizações pelo conselho do idoso e ainda antes disso, possui uma ação importante nessa área. De órgãos como o próprio Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (Comdipi), adequado a essa nomenclatura em 2014, até condomínios de moradias especiais nos bairros Fazenda Grande e Colônia, chegando a instituições de longa permanência (como lares e clínicas) ou de curta (como o Centro-Dia, agora transferido para a Cidade Vicentina), passando por espaços públicos e comunitários como CRIJU ou Celmi, a vida da terceira idade multiplicou serviços e olhares especiais, inclusive na acessibilidade discutida no Plano Diretor.
De acordo com Eliana Mauro, o CRIJU é uma espécie de símbolo desse movimento em torno do processo de envelhecimento da população. Tecnicamente uma das categorias dos centros de referência de assistência social, tornou-se também um espaço cultural, com atividades e oficinas que serão ampliadas nas próximas semanas. “Estamos em um lugar de memória que é a antiga fábrica têxtil da Argos e propiciando uma convivência de diversidade”, comenta.
José Arnaldo de Oliveira
Foto: Alessandro Rosman
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