Na feira livre da Vila Hortolândia, população recebe orientação sobre a dengue
Publicada em 03/04/2025 às 09:20Após orientar a população sobre a necessidade da prevenção da dengue em mais uma ação casa a casa, a equipe da Clínica da Família Hortolândia realizou uma mobilização na feira livre do bairro.
Quem foi às compras, feirantes e pessoas que só passeavam, todos foram abordados pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACSs), que enfatizaram a importância da eliminação dos objetos que podem acumular água e do descarte correto de lixo e de inservíveis. Também foram reforçadas as orientações sobre os sintomas da dengue e sobre a rede de atendimento do Município. Uma barraca educativa completou a atividade, ampliando os conhecimentos sobre o ciclo do mosquito Aedes aegypti.

“Precisamos que as pessoas entendam que somente com a colaboração de todos, evitaremos novos casos. Outro alerta importante é sobre a gravidade da doença, que pode atingir todo mundo, independentemente da idade”, enfatizou a enfermeira Dândara Camargo.
O gerente da Clínica da Família, Leonard Cabral, também ressaltou que a ação é um reforço no trabalho que está sendo efetuado no território de educação em saúde. “Estamos atuando fortemente na conscientização das pessoas. Essa ação extramuro integra nossas iniciativas para chegar onde a comunidade está. É fundamental entender o que é a dengue, que a luta contra o Aedes é de todos nós”, completou.
O vigilante patrimonial Celso de Arruda fez questão de parar na barraca para mostrar para sua bisneta, Lorena Vitória, de quatro anos, como é o mosquito e como ele se prolifera. “Ensinamos em casa que é perigoso. Desde pequenas, as crianças têm que saber sobre a doença e entender os cuidados. Tenho dois amigos que estão afastados e em situação lastimável devido à dengue”, comentou.
O feirante Vanderlei Teodoro ficou atento às orientações, mesmo sabendo os cuidados que tem que ter e fazendo a sua parte. “Esse alerta é sempre bom. A maioria das pessoas ignora, mas tem muitas pessoas pegando. Eu já tive e sei o quanto é ruim”, acrescentou.


Cenário
De acordo com o último Boletim de Arboviroses, Jundiaí registra 1.897 casos de dengue, com uma morte. Desde janeiro, em todas as regiões da cidade, os trabalhos estão intensificados para o combate e controle da doença. Além das ações de vistoria nos imóveis para a verificação de possíveis criadouros do mosquito e orientação, foram ampliadas as iniciativas de educação em saúde, o trabalho de vigilância epidemiológica dos casos suspeitos, as campanhas na mídia e os mutirões de limpeza nas ruas e áreas verdes para a retirada de lixo e inservíveis descartados irregularmente.
Rede de Atendimento
A Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS) orienta que pessoas de todas as idades com febre, dor de cabeça, dores no corpo e articulações, manchas na pele, dor nos olhos, fraqueza e vômito, devem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Clínicas da Família de seu bairro. O atendimento é de segunda a sexta-feira. A admissão para os procedimentos, que seguem o protocolo do Ministério da Saúde, é realizada até uma hora antes do fechamento dos serviços.
Pessoas com sinais de alerta para gravidade, tais como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramento de mucosas, náuseas e alteração de consciência, devem buscar os Pronto Atendimentos (PAs):
- Ponte São João, das 7h às 19h (com fechamento dos portões às 18h);
- Retiro, das 7h às 19h (com fechamento dos portões às 18h);
- Hortolândia, atendimento 24h;
- UPA Vetor Oeste, atendimento 24h.
Assessoria de Imprensa
Foto: Fotógrafos PMJ
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