Jundiaí promove esporte e orientações sobre violência contra a mulher durante o Festijun
Publicada em 29/11/2025 às 10:15A Prefeitura de Jundiaí realizou o Programa Esporte Maior, que reuniu no Parque Corrupira mais de mil alunos do Time Jundiaí que fazem atividade física nos 20 centros esportivos da cidade, além das unidades de apoio. O evento integra a programação do Festival Time Jundiaí (Festijun), que reforça a importância da prática de atividade física, e marca o encerramento das atividades em 2025.

Em um dos quiosques, a Administração Municipal montou uma tenda chamada “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência”, que recebeu mulheres em busca de informações sobre como proceder em caso de violência física, psicológica, moral e patrimonial. A professora aposentada Maria Célia Santos Neves foi ao quiosque montado no parque. “Faltam mais espaços como esse para que o cidadão busque informações. O tema é muito sério e está cada vez mais presente em nossas vidas”, disse Maria Célia. “Muitas vezes a violência das palavras agride mais do que a física. O problema vem imperando em nossa sociedade e essas agressões são, em vários casos, mascaradas. Conversar dentro do ambiente familiar também é importante”, emendou a aposentada.
“Nossa gestão trabalha a prevenção e o acolhimento de vítimas da violência com prioridade. Informar as mulheres sobre a questão é fundamental para que elas saibam dos seus direitos e, se precisarem, possam ser devidamente amparadas”, disse o prefeito Gustavo Martinelli, que esteve no Festijun nesta sexta.

A tenda “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência” é uma ação governamental multissetorial. Também envolve a Guarda Municipal de Jundiaí (GMJ), através da Patrulha Guardiã Maria da Penha, Procon e as Secretarias de Promoção da Saúde e Casa Civil. De acordo com Maria Aparecida Carlos (Cidinha), assessora de Políticas para Mulheres do Núcleo de Articulação dos Direitos Humanos (ligado à Casa Civil), quase metade das mulheres brasileiras já sofreu algum tipo de violência. “Estamos sempre à disposição para acolher e informar as cidadãs. Os autores de agressões têm que entender que aquilo que eles acham normal, ou seja, agredir a mulher, não é normal. É crime”, completou Cidinha.
Assessoria de Imprensa
Fotos: Fotógrafos PMJ
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